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A estilista Adriana Lima trilhou caminho inverso do sucesso. Descobriu primeiro os mercados da Europa e da badalada Oscar Freire, em São Paulo, para depois se voltar para Goiânia e outras cidades brasileiras.
Sua coleção de bolsas, que concilia materiais rústicos, como bucha vegetal, sementes do Cerrado e tecido de tapeçaria com cristais, pérolas, pedras semi-preciosas, rendas e fitas de seda, conquistou primeiro as européias antes de encantar as brasileiras.
A história começou com a mania que Adriana Lima tinha de customizar tudo, especialmente suas bolsas. Daí para a griffe Valentina foi um pulo. Sua nova coleção tem destino certo: Estados Unidos, Bélgica, Inglaterra e Itália.